{"id":7346,"date":"2025-05-29T22:36:21","date_gmt":"2025-05-29T22:36:21","guid":{"rendered":"https:\/\/revisaonews.com.br\/?p=7346"},"modified":"2025-05-29T22:36:22","modified_gmt":"2025-05-29T22:36:22","slug":"fisiculturistas-correm-maior-risco-de-morte-subita-aponta-pesquisa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revisaonews.com.br\/?p=7346","title":{"rendered":"Fisiculturistas correm maior risco de morte s\u00fabita, aponta pesquisa"},"content":{"rendered":"\n<p>Um novo estudo feito por pesquisadores da Universidade de P\u00e1dua, na It\u00e1lia, apontou que fisiculturistas profissionais apresentam um risco cinco vezes maior de morte s\u00fabita em compara\u00e7\u00e3o com atletas amadores. O trabalho foi publicado no European Heart Journal no \u00faltimo dia 20.<br>A pesquisa revelou dados preocupantes sobre a sa\u00fade de fisiculturistas &#8212; tamb\u00e9m conhecidos como &#8220;bodybuilders&#8221; &#8212; do sexo masculino, especialmente os profissionais. Para chegar a conclus\u00e3o, o trabalho analisou mais de 20 mil atletas que competiram em eventos da Federa\u00e7\u00e3o Internacional de Fisiculturismo &amp; Fitness (IFBB) entre 2005 e 2020, com um per\u00edodo m\u00e9dio de acompanhamento de mais de oito anos.<br>Marco Vecchiato, principal autor do estudo, destaca o crescente n\u00famero de mortes prematuras entre fisiculturistas e influenciadores de fitness nos \u00faltimos anos, apontando para uma lacuna na compreens\u00e3o dos riscos a longo prazo associados ao fisiculturismo competitivo.<br>No trabalho, foram identificadas 121 mortes de fisiculturistas. Delas, 38% foram mortes s\u00fabitas, frequentemente associadas a altera\u00e7\u00f5es estruturais no cora\u00e7\u00e3o e ao uso de medicamentos para melhorar o desempenho. Al\u00e9m disso, a pesquisa mostrou que o risco de morte s\u00fabita card\u00edaca em fisiculturistas profissionais foi considerado cinco vezes maior do que em atletas amadores.<br>Os pesquisadores tamb\u00e9m analisaram as mortes de fisiculturistas internacionais at\u00e9 julho de 2023. Entre os laudos de aut\u00f3psia dispon\u00edveis, os achados inclu\u00edram espessamento ou dilata\u00e7\u00e3o card\u00edaca e, em alguns casos, doen\u00e7a arterial coronariana, com v\u00e1rios atletas apresentando hist\u00f3rico de abuso de subst\u00e2ncias dopantes.<br>Para os pesquisadores, o fisiculturismo competitivo pode impor estresse f\u00edsico e psicol\u00f3gico aos profissionais, por meio de treinos intensos, dietas r\u00edgidas, t\u00e9cnicas de desidrata\u00e7\u00e3o e uso de anabolizantes. Esses fatores, na vis\u00e3o dos autores do estudo, podem sobrecarregar o sistema cardiovascular, aumentando o risco de arritmias e altera\u00e7\u00f5es estruturais card\u00edacas ao longo do tempo.<br>O estudo ressalta a necessidade de pr\u00e1ticas de treinamento mais seguras, exames m\u00e9dicos regulares e uma maior coopera\u00e7\u00e3o entre a comunidade m\u00e9dica, federa\u00e7\u00f5es esportivas e institui\u00e7\u00f5es para garantir uma participa\u00e7\u00e3o mais segura no fisiculturismo.<br>Agora, os pesquisadores est\u00e3o trabalhando em uma an\u00e1lise paralela dedicada a atletas fisiculturistas do sexo feminino e em uma investiga\u00e7\u00e3o mais ampla sobre pr\u00e1ticas e riscos associados ao esporte.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>Fonte CNN Brasil<\/p>\n\n\n\n<p>Foto Jose Luiz Palaez Getty Imagens<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Um novo estudo feito por pesquisadores da Universidade de P\u00e1dua, na It\u00e1lia, apontou que fisiculturistas profissionais apresentam um risco cinco vezes maior de morte s\u00fabita em compara\u00e7\u00e3o com atletas amadores. 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